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Maior hostess do Rio de Janeiro ministra workshop para aspirantes


Clarisse Miranda hostess. Foto: Arquivo pessoal

Clarisse Miranda é sinônimo de qualidade quando o assunto é ‘recepção’ no mercado de eventos cariocas. Ela ganhou know-how durante 10 anos como hostess das festas mais exclusivas do Rio de Janeiro e agora está passando seu conhecimento no Workshop para Hostess, em módulo de quatro aulas, no Meza Bar, em Botafogo.

 

“A maior qualidade de uma hostess é tratar todo mundo bem. Seja um megaempresário ou o jovem que passou a semana inteira juntando dinheiro para se divertir no final de semana”, ensina ela, que chama atenção em cima de seus 1,83m, sorriso farto, charme de sobra e muito jogo de cintura.

 

Dona de uma produtora de eventos, ela hoje trabalha raramente como hostess. “O curso surgiu da necessidade de mão de obra qualificada no mercado. A vida inteira as pessoas me perguntaram se eu conhecia alguém competente para receber e até eu tenho dificuldade em encontrar”, diz Miranda.

 

Ela joga por terra o mito de que a profissão é essencialmente feminina e diz que a procura entre os homens, ou hosts, está aumentando. “Os homens também têm que se maquiar porque ninguém é obrigada a ver a pessoa com aquela olheira enorme — um corretivo vai bem —, barbado ou com aquele cabelinho do Neymar. Mando voltar para casa e raspar o cabelo, ficar careca, mas sem aquele cabelinho cafona”, avisa Clarisse, que entende tanto do assunto que lançou o Manual de Noção em 2010, livro sobre como se comportar em festas e outros eventos sem perder a linha.

 

Nas aulas, a expert conta um pouco sobre sua vida e ensina como receber bem em todo tipo de lugar seja ele de zero a cinco estrelas: restaurantes, bares, festas fechadas e eventos em geral, além de noções de informática — o anfitrião mexe com cartões de consumo e lista em iPads —, exercício corporal com a professora de teatro Najla Raja, maquiagem, figurino e etiqueta social.

 

“Costumo dizer que tenho cinco pilares básicos: simpatia, empatia (não adianta aquela simpatia falsa porque a pessoa percebe!), jogo de cintura, responsabilidade e seriedade”, ensina ela, que já passou por restaurantes como Sushi Leblon, hotéis como Copacabana Palace e Fasano, e casas noturnas como 00, Fosfobox e Dama de Ferro, além das festas fechadas mais bacanas da cidade.

 

O que mais irrita uma hostess? “Aquele papo de ‘você sabe com quem está falando?’. Todo mundo sofre de ego inflado e todos querem furar a fila e ter tratamento vip nos eventos. Alguns podem, outros não”, diz ela, que logo ensina como escapar: “Se eu sei quem é, confirmo na lista, do contrário dou um sorrisão e espero a pessoa dizer outra coisa que não a frase infame”. Clarisse pretende ampliar o curso e equipe e criar um ‘padrão Clarisse de qualidade’ no mercado.

 

Fonte: Bruno Astuto/Época – Foto: Arquivo pessoal

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