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Betty, ops, Bela a Feia


A Record tá com tudo e não tá prosa. A estreia de “Bela, a Feia” nesta terça-feira, fez com que a emissora atingisse a marca de vice-líder no horário, concorrendo com “Jornal Nacional” e “Caminho das Índias”. É a velha guerra da beleza nas categorias “Interior x Exterior”, onde uma moça pobre e de aparência duvidosa, porém inteligente, luta para ser inserida numa sociedade que rejeita os feios.

“Bela, a Feia” é uma adaptação de “Yo soy Betty, la fea” telenovela colombiana que no Brasil foi exibida em 2002 pela Rede TV! com o titulo de “Betty, a Feia”, onde inclusive contou com a participação especial da brasileira Tais Araújo, interpretando ela mesma.

A trama teve ainda outras versões em mais 20 países (nos EUA virou um seriado, “Ugly Betty”) com boa audiência.

Na versão brasileira, a atriz Giselle Itié vive Anabela Palhares, ou simplesmente Bela, uma moça sonhadora que se apaixona pelo chefe, dono de uma empresa ligada à moda. No final, todos já sabem: o patinho feio se transforma em um lindo cisne.

A estréia rendeu bons índices de audiência (10 pontos no Ibope), garantindo a vice – liderança a Record.

Giselle Itié como Bela

Bruno Ferrari e Giselle Itié (como "Bela"), em cena da novela

Se conseguir manter o mesmo ritmo, “Bela, a Feia” poderá incomodar – e muito – a Rede Globo, cujas novelas atuais não têm repercutido como o esperado.

A Record fez uma boa aposta ao colocar uma comédia em seu horário nobre. Espera-se apenas que não exagere na dose de humor.

Só um detalhe: Giselle Itié acertou em cheio ao incorporar a risada da personagem original – que lembra muito aqueles “oinc oinc” que os porquinhos fazem – dando um toque natural a “Bela”. Só pra lembrar, até a Sandra Bulock copiou a “suína gargalhada” em Miss Simpatia.

Mesmo assim, ainda precisa caprichar mais na entonação de sua voz, pois esta não combina com o visual. Giselle usa aparelho nos dentes, óculos grandes e fundos, conjuntinhos espalhafatosos combinados com tênis e meias até a canela, mas não convence, já que sua voz soa como se fosse – o que na verdade é – um mulherão…

Veja abaixo: Cenas na versão original de “Betty a Feia” exibida pela Rede TV em 2002.

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